quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Alternativas de Socialização da Tecnologia

3. Alternativas de Socialização da Tecnologia

Criar uma nova cultura não significa apenas fazer individualmente descobertas originais; significa também e sobretudo difundir criticamente verdades já descobertas, socializá-las por assim dizer; transformá-las portanto em bases de ações vitais, um elemento de coordenação e de ordem intelectual e moral. (Antonio Gramsci)
A interferência da tecnologia na vida do ser humano é incontestável, tanto positiva quanto negativamente. Assim sendo não basta utilizar bem as tecnologias, faz-se necessários recriá-las, assumir a produção e a condução tecnológica de modo a refletir sobre a sua ação em nossas vidas.
Devemos parar e perguntar qual o espaço que o ser humano (em todos as suas dimensões) ocupa no pensar a tecnologia? Como estão sendo tratados o meio ambiente e o ser humano dentro das pesquisas tecnológicas? Qual a participação da população nas decisões acerca dos avanços tecnológicos? Como o Brasil está tratando os impactos oriundos da tecnologia, na sociedade?
Como vimos anteriormente, de modo geral e ao longo da história brasileira os governos preferiram identificar o processo de industrialização a um modelo de absorção/incorporação de tecnologia oriundas de países desenvolvidos. Junto a estas tecnologias, muitas vezes sem a devida adaptação aos padrões nacionais, absorvemos modelos e comportamentos culturalmente aceitos em outras sociedades, os quais, em sua grande maioria, inadequados a nossa maneira de ser e de viver, condicionando-nos aos padrões estrangeiros.
Este caminhar da sociedade, pautado no desenvolvimento tecnológico, não questionado, desprovido de reflexão, somente acentua a exclusão e aumenta ainda mais a desigualdade social.
Normalmente não encontramos análises, reflexões escritas sobre o tema: impactos sociais dos avanços tecnológicos na sociedade brasileira. Os ensaios existentes são tímidos e isolados, emerge a necessidade de provocarmos um pouco mais a população no tocante a sua participação no futuro da humanidade, de criarmos uma cultura de socialização dos benefícios e de diminuição dos malefícios sociais causados pelas inovações tecnológicas.
Nesta etapa do trabalho objetivamos, então, resgatar alternativas apresentadas por autores, nacionais e estrangeiros, que aprofundam o tema Ciência, Tecnologia e Sociedade, e através delas elaboramos uma proposta de trabalho educativo. Todas as alternativas aqui destacadas possuem o intuito de levar a nossa sociedade a uma participação mais efetiva no desenvolvimento tecnológico associado ao desenvolvimento social do país.
São muitos os olhares e muitos os saberes envolvidos na discussão e proposição de alternativas que não só socializem as tecnologias, mas principalmente amenizem os efeitos dos seus malefícios na vida humana. Para desencadear tal estudo, num país em que isso ainda é muito incipiente, a contribuição de alguns autores, que de uma forma ou de outra apontam suas opções como possibilidades de modificar a situação atual, podem ser de fundamental importância.
Winner (1987) propõe que se reflita sobre a possibilidade ou não, de a sociedade estabelecer formas e limites para a mudança tecnológica, que surjam de uma idéia articulada positivamente do que a sociedade deveria ser, isto significa que embora importante, não deveríamos prestar atenção somente à fabricação de instrumentos e processos físicos, mas também à produção de condições psicológicas, sociais e políticas como parte de qualquer mudança técnica significativa. Assim sendo, ele propõe a “filosofia da tecnologia”, que tem a tarefa fundamental de examinar de forma crítica a natureza e o significado das contribuições artificiais para a atividade humana. Esta nos leva a pensar sobre “como podemos limitar a tecnologia de modo a equipará-la com nosso sentido de quem somos e que tipo de mundo queremos construir?”
Sanmartín (1990) com a mesma preocupação de refletir sobre as implicações sociais dos avanços da tecnologia na vida do ser humano, propõe uma valoração global da tecnologia que denomina de “avaliação filosófica”. Afirma que é importante avaliar filosoficamente, pois esta avaliação permite esclarecer a trama de especulações que podem encontrar-se na própria base de uma intervenção tecnológica - cientificamente recomendada. Destaca que essa análise global deva ser complementada com valorações específicas das distintas aplicações particulares das tecnologias de que se trate, para conhecer os impactos e riscos ambientais e sociais, mais imediatos. E que “uma vez tecnicamente feitas estas valorações - e como uma parte a mais do processo de avaliação técnica - dever-se-ia dar voz à sociedade, para que ela manifeste seus desejos”, pois, não é somente aos “especialistas” que afeta o que tecnologicamente façamos com nossa terra.
Pacey (1990) concretiza um pouco mais as propostas, abordando-as diretamente no campo educacional. Ele aponta a importância de uma melhor educação em ciência e tecnologia, tanto para o cidadão quanto para os profissionais da tecnologia, sendo necessário que se revise toda filosofia da educação, incluindo livros textos e outros recursos para aprendizagem. Isso deve ser feito de modo a possibilitar a apresentação de uma visão integrada da prática tecnológica em lugar de uma visão de túnel - uma visão da tecnologia que se inicia e termina com a máquina - enfocada exclusivamente em seus aspectos técnicos. Assim para que ocorra a visão integrada da prática tecnológica é necessário que as disciplinas sejam trabalhadas de forma interdisciplinar e contextualizadas.
Postman (1994) nesta mesma perspectiva educacional propõe um currículo escolar, no qual todas as matérias sejam apresentadas como um estágio no desenvolvimento histórico da humanidade, no qual sejam ensinadas as filosofias da ciência, da história, da linguagem, da tecnologia e da religião; onde haja forte ênfase nas formas clássicas da expressão artística. Postman entende que precisamos de estudantes que compreendam as relações entre nossas técnicas e nossos mundos social e psíquico, de modo que possam iniciar conversas informadas sobre onde a tecnologia está nos levando e como. Para tanto propõe incluir dois temas indispensáveis para compreensão de onde viemos: “a história da tecnologia que, tanto como a ciência e a arte, produz parte da história do confronto da humanidade com a natureza” e, de fato, com nossas próprias limitações; e “a religião, com a qual estão entrelaçadas a pintura, a música, a tecnologia, a arquitetura, a literatura e a ciência”.
Buarque (1994) é um dos autores nacionais, que melhor aborda o tema no tocante à a realidade brasileira. Afirma que no Brasil, quando se propõe mudanças, em geral, não se discute para onde ir, e se pensa apenas no desenvolvimento para uma sociedade rica, de consumo de massas, industrial e urbana, com preocupação na maioria das vezes somente na área econômica. Para o autor devemos procurar caminhar, avançar de uma modernidade essencialmente técnica para uma modernidade ética, baseada em valores éticos e objetivos sociais que permitam definir as intenções a serem concretizadas e, então, as prioridades e as medidas a serem executadas. Buarque aponta dez intenções da construção de uma modernidade ética e ligadas a elas dez prioridades, que para o enriquecimento deste trabalho enumeramos a seguir:
1. Modernidade é uma população educada e culta - Educação
2. Modernidade é um país sem fome - Alimentação
3. Modernidade é não morrer antes do tempo e viver com saúde – Saúde
4. Modernização da cultura em vez da cultura da modernidade - Cultura
5. Uma ciência e tecnologia modernas tecnicamente - Tecnologia adaptada
6. A modernidade tem que ser permanente - Meio Ambiente
7. Modernidade é uma ocupação descentralizada do território nacional, com cidades pacíficas e bem organizadas - Descentralização
8. Não há modernidade sem eficiência econômica comprometida eticamente - Eficiência
9. A modernidade do Estado é a sua ética - O Estado
10. A modernidade é uma política externa independente que garanta a soberania nacional e seja um instrumento de reordenação da modernidade técnica para uma modernidade ética - Soberania
Ao concluir sua proposta, Buarque alerta: se caso o país continuar com o atual modelo de crescimento, o futuro do Brasil será parecido com o do planeta, implantando a segregação social, explicitando a apartação entre ricos modernos e pobres atrasados. Se rejeitar essa alternativa invertendo o caminho, poderá tornar-se um retrato do que o mundo futuro pode vir a ser. Para tanto precisa elaborar um projeto em que a ética e a democracia se casem, numa sociedade que respeite as liberdades individuais, na ampliação do patrimônio cultural, assegure o equilíbrio ecológico, sem abandonar, mas considerando o sonho de consumo supérfluo como parte da meta civilizatória.
Benjamin (1998) nesta mesma ótica, assinala que o problema a ser atacado é o divórcio entre povo e nação, e assim, para que o processo de construção do país se complete o eixo deve deslocar-se para a população em si mesma, pois vê a imensa maioria marginalizada como potencial humano de possibilidades de futuro. Afirma que “sua elevação à condição cidadã é, de longe, o nosso principal desafio”. Como proposta para que possamos repensar o sentido de nossa história atual, destaca cinco compromissos necessários:
Compromisso com a soberania - determinação diante de nós e do mundo, na busca de um grau suficiente de autonomia decisória; Compromisso com a solidariedade - é preciso continuar em novas bases para edificação da nação de cidadãos, eliminando a exclusão social e as chocantes desigualdades na distribuição da riqueza, da renda, do poder e da cultura; Compromisso com o desenvolvimento - necessidade de mobilização de todos nossos recursos produtivos e não aceitação de imposições internas ou externas, de políticas que frustrem nosso potencial; Compromisso com a sustentabilidade - necessidade de buscar estilo de desenvolvimento que seja ético e aliado às gerações futuras, deixando de ser cópia de modelo socialmente injusto e ecologicamente incorreto; Compromisso com democracia ampliada - refundação do sistema político de modo a incluir o resgate a dignidade da função pública em todos os níveis.
Assim, destaca, “não há dificuldade técnica extraordinária para se pensar outro caminho de desenvolvimento para o Brasil (...). A verdadeira limitação é política e cultural, ligada à necessidade de criação de uma poderosa vontade nacional para a mudança”. Esta proposta será formulada num processo de realização, “com o povo imprimindo sua marca participante na refundação da nação”
Bazzo (1998) defende que devemos caminhar na perspectiva de uma Mudança Cultural, onde o desenvolvimento científico-tecnológico venha imbricado ao desenvolvimento de toda a sociedade. Para tanto, propõe que se adote uma nova abordagem no ensino tecnológico, onde os alunos recebam não só conhecimentos e habilidades para o exercício de uma profissão, mas elementos que os leve a pensar, num processo coletivo, nos resultados e conseqüências sociais e ambientais das inovações científico-tecnológicas. Esta abordagem requer uma restruturação das práticas didático-pedagógicas, através de uma nova postura epistemológica dos professores. Desse modo a educação estará contribuindo para a “formação de profissionais com discernimento no trato da ciência e da tecnologia não apenas como instrumento de poder, mas sim de desenvolvimento humano”.
Deste resgate teórico podemos observar que, o que se destaca nas diversas propostas destes autores (os estrangeiros em especial) que questionam a interferência da tecnologia, ou da “modernidade técnica” na vida humana, é a necessidade de envolver, nestas reflexões, as questões sociais e administrativas, ou aspectos culturais e organizacionais como destaca Pacey (1990), abandonando a visão de túnel da engenharia. Em todas a propostas evidencia-se a necessidade de uma mudança cultural, uma mudança de postura frente as tecnologias, uma mudança do paradigma daqueles envolvidos na produção e aplicação da tecnologia. Pouco destaque se dá para a postura da população.
Já, no Brasil, o que é enfatizado, além dos aspectos realçados na literatura internaconal, é a necessária mobilização de toda a nação, sejam os técnicos, os políticos, os “ricos modernos” e os “pobres atrasados”, para que se reduzam as diferenças econômicas, políticas e sociais, avançando, desse modo, num desenvolvimento ideal.

Considerações finais

. Considerações finais

Com base nestas considerações e/ou alternativas, levantadas pelos diversos autores pesquisados, entendemos que não devemos apenas refletir/aprofundar sobre as repercussões da tecnologia na vida humana, sejam elas positivas ou negativas, mas sim avançar na perspectiva da construção de caminhos que levem a uma verdadeira "redução sociológica" das inovações e assim tornar as tecnologias adaptadas e por conseqüência aceitas socialmente. É sob esta ótica que vemos a educação como o caminho para a mobilização, para a formação de uma consciência crítica, destacada por Acevedo (1996) e de suma importância frente aos impactos sociais originados pela tecnologia, uma consciência que lhes permita a participação pública e uma ação social efetiva.
Destacamos a educação como o caminho, não desejando trabalhar aqui uma visão reducionista de que tudo se resolve através dela, mas com a certeza de que de uma forma ou de outra a solução passa pela educação. O que se propõe é uma educação que extrapole os muros da escola em todos os níveis, alcançando a sociedade na sua plenitude envolvendo aqueles que tem acesso quanto aqueles que não tem acesso aos bancos escolares, tendo como intento ampliar e aprofundar o diálogo com as ciências sociais, levando à reflexão e a transformação cultural frente os avanços tecnológicos. Uma educação que envolva tanto produtores como usuários de tecnologias, pois não é somente aos técnicos - “especialistas” - que afeta o que tecnologicamente fazemos com nosso habitat.
É necessário que se faça uma educação voltada a conscientizar os técnicos de que é urgente questionar sobre o tipo de mundo que queremos construir, e que os estudos que desenvolvem serão aplicados em favor ou contra a construção do mundo que esperam. Pois, o cientista é também cidadão, sendo assim, não pode ser indiferente no seu trabalho, procurando sempre que as suas descobertas não comprometam a existência e a integridade dos seres humanos, nem os meios que eles precisam para se desenvolver normalmente no planeta (Acosta-Hoyos; Guerrero, 1985).
Na busca da redução ou eliminação do sonambulismo tecnológico, o que propomos é uma educação que envolva tanto o âmbito formal quanto o popular. Neste sentido, além de superar a visão de túnel dos especialistas, o que se pretende é desenvolver a cidadania da população. Desenvolvimento este que os leve a refletir sobre o seu papel no mundo e o papel daqueles que detêm o poder em suas vidas, de modo a tomarem consciência do que esperam do mundo/país onde vivem e como se vêm nesse mundo, resultando numa maior participação nas decisões que envolvem a sua vida enquanto cidadãos.
Assim sendo, seja na educação tecnológica, na formal e/ou na popular, o que se propõe neste ensaio é um esforço dos educadores em busca de uma educação orientada para a reflexão da realidade que leva à conscientização, seguida da participação efetiva na sociedade, processo que tem como resultado uma mudança cultural.

Referências Bibliográficas- Janeiro/2011

5. Referências Bibliográficas

ACEVEDO, J. A. La tecnología en las relaciones CTS. una aproximación al tema. Enseñaza de las ciencias, [S.L.], v. 14, n. 1, p. 35-44, 1996.
ACOSTA-HOYOS; Luis E.; GUERRERO GUTIERREZ, José Solon de J. Tecnologia e qualidade de vida (uma polêmica de nosso tempo). Viçosa: Imprensa Universitária da UFV, 1985.
BAZZO, Walter Antonio. Ciência tecnologia e sociedade e o contexto da educação tecnológica. Florianópolis, SC: Editora da UFSC, 1998.
BENJAMIN, César et al. A opção brasileira. Rio Janeiro: Contraponto, 1998.
BUARQUE, Cristovam. A revolução nas prioridades: da modernidade técnica à modernidade ética. São Paulo: Paz e Terra, 1994.
FREIRE, Paulo. Educação e mudança. 3a. ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1981.
MITCHAM, Carl. Cuestiones éticas en ciencia y tecnologia: análisis introductorio y bibliografía. In: GARCÍA, Marta I. González.; CEREZO, José A. López.; LÓPEZ, José L. Luján. Ciência, tecnología y sociedad: una introducción al estudio social de la ciencia y la tecnologia. Madrid: Tecnos, 1996.
PACEY, Arnold. La cultura de La tecnología. Trad. Rogelio Ríos Herrán. México: Fondo de Cultura Econômica, 1990.
POSTMAN, Neil. Tecnopólio: a rendição da cultura à tecnologia. Trad. de Reinaldo Guarany. São Paulo: Nobel, 1994.
SANMARTÍN, José. Tecnologia y futuro humano. Barcelona: Anthropos, 1990.
WINNER, Langdon. La ballena y el reactor. Barcelona: Gedisa, 1987.
ZARTH, Paulo Afonso et. al. Os caminhos da exclusão social. Ijuí: Editora UNIJUÍ, 1998.

Notas

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

NETIQUETA


Netiqueta é uma etiqueta que se recomenda observar na internet. A palavra pode ser considerada como uma gíria, decorrente da fusão de duas palavras: o termo inglês net (que significa "rede") e o termo "etiqueta" (conjunto de normas de conduta sociais). Trata-se de um conjunto de recomendações para evitar mal-entendidos em comunicações via internet, especialmente em e-mails, chats, listas de discussão, etc. Serve, também, para regrar condutas em situações específicas (por exemplo, ao colocar-se a resenha de um livro na internet, informar que naquele texto existem spoilers; citar nome do site, do autor de um texto transcrito, etc).
Atente para o fato de que estas regras de etiqueta aplicadas à internet não são oficiais, nem estão documentadas em nenhum lugar. A compilação de normas abaixo está sendo escrita e expandida de forma colaborativa e voluntária, pelos próprios usuários da Internet.

Índice
[editar] Regras
As regras dividem-se em várias categorias:
[editar] Mensagens instantâneas
  • Evitar enviar mensagens EXCLUSIVAMENTE EM MAIÚSCULAS ou grifos exagerados ou em HTML. Se bem empregadas, as maiúsculas podem ajudar a destacar, mas em excesso, a prática é compreendida como se você estivesse gritando, podendo causar irritação ou fazer com que o interlocutor se sinta ofendido. HTML aumenta substancialmente o tamanho das mensagens, o que impacta desnecessariamente o uso da largura de banda nos servidores.
  • Respeite para ser respeitado e trate os outros como você gostaria de ser tratado.
  • Lembre-se que dialogar com alguém através do computador, não faz com que você seja imune às regras comuns da nossa sociedade, por exemplo, o respeito para com o próximo. Mesmo que por intermédio de uma máquina, você está conversando com uma pessoa, assim como você. Não diga a essa pessoa o que você não gostaria de ouvir.
  • Use sempre a força das idéias e dos argumentos. Nunca responda com palavrões, mesmo que usem de grosseria contra você. Afinal, pessoas inteligentes privilegiam os argumentos contra a falta deles.
  • Apesar de compartilhar apenas virtualmente um ambiente, ninguém é obrigado a suportar ofensas e má-educação. Caso alguém insista nessas práticas, ignore-o.
  • Evite enviar mensagens curtas em várias linhas. Além de ser maléfico à rede como um todo, causa bastante irritação. Escreva uma frase completa e envie!
  • Ninguém é obrigado a usar a norma culta, mas use um mínimo de pontuação. Ler um texto sem pontuação, principalmente quando ele é grande, gera desconforto, e, além disso, as chances dele ser mal interpretado são muitas.
  • Quando você estiver perguntando, provavelmente é porque precisa de ajuda em algo, então aja como tal. Evite ser arrogante ou inconveniente.
  • Enquanto estiver numa conversa em programas de mensagem instantânea, nunca corte (interrompa) o assunto tratado pela outra pessoa, isso é extremamente desagradável. Se a pessoa enviar uma mensagem e você enviar outra completamente diferente, ela ficará sem saber se você leu ou ignorou a mensagem que ela enviou. Pelo menos escreva algo para confirmar que leu a mensagem.
  • Agora o Messenger tem uma nova funcionalidade de partilhar imagens, quando envias uma imagem ele cria uma espécie de galeria em que todas as imagens ficam para serem visualizadas, isto só acontece em algumas versões. Quando for a fechar essa galeria, avise de alguma maneira a pessoa com quem está a conversar, é extremamente desagradável alguém nos fechar aquilo na cara sem mais nem menos, peça "com-licença" antes de fechar.
  • Evite ao máximo usar emoticons de letras, palavras e coisas do gênero, isso torna a leitura das mensagens muito difícil e confusa, devido ao tempo que precisamos esperar pra que esses emoticons sejam carregados e à irregularidade nos tamanhos e cores. Emoticons expressam emoções, e não palavras, procure usá-los fora das mensagens escritas.
  • Há messengers que possuem a funcionalidade de se auto-determinar um status ou estado como away, ou ausente. Procure usar esta ferramenta, enquanto você estiver online mas fora do computador, para evitar que seus contatos conversem com você e tenham que aguardar horas pela sua resposta.
  • Não envie uma mensagem supondo que a outra pessoa a entenda da forma como você a escreveu, pode ser que ela entenda de forma diferente. Uma mensagem escrita nunca ficará tão clara quanto um conjunto de palavras faladas. Procure ser o mais claro possível pra não gerar nenhuma confusão.
  • Nunca saia do Messenger sem se despedir da pessoa com quem está "falando" e nem se despeça e saia rapidamente sem esperar a resposta da outra pessoa. Atenção e boa educação todos gostam e faz a gente ser mais simpático.
[editar] Fóruns
  • Evitar enviar mensagens EXCLUSIVAMENTE EM MAIÚSCULAS ou grifos exagerados ou em HTML. Se bem empregadas, as maiúsculas podem ajudar a destacar, mas em excesso, a prática é compreendida como se você estivesse gritando, podendo causar irritação ou fazer com que o interlocutor se sinta ofendido. HTML aumenta substancialmente o tamanho das mensagens, o que impacta desnecessariamente o uso da largura de banda nos servidores.
  • De maneira geral, procure não usar recursos de edição de texto, como cores, tamanho da fonte, tags especiais, etc, em excesso. Use-os, como explicado no item acima, para destacar palavras e expressões importantes, nunca para dar destaque injustificado à mensagem como um todo (mesmo que sua mensagem possua apenas três palavras).
  • Respeite para ser respeitado e trate os outros como você gostaria de ser tratado.
  • Lembre-se que dialogar com alguém através do computador, não faz com que você seja imune às regras comuns da nossa sociedade, por exemplo, o respeito para com o próximo. Mesmo que por intermédio de uma máquina, você está conversando com uma pessoa, assim como você. Não diga a essa pessoa o que você não gostaria de ouvir.
  • Use sempre a força das idéias e dos argumentos. Nunca responda com palavrões, mesmo que usem de grosseria contra você. Afinal, pessoas inteligentes privilegiam os argumentos contra a falta deles.
  • Apesar de compartilhar apenas virtualmente um ambiente, ninguém é obrigado a suportar ofensas e má-educação. Caso alguém insista nessas práticas, ignore-o.
  • Evite de escrever em outra língua quando não solicitado (no caso, quando o assunto é tratado em português, a pessoa escreve em inglês só para se mostrar). Isso é errado, porque algumas pessoas, não sabem nada de inglês e isso pode dificultar o acesso delas no assunto do fórum.
  • Em fóruns e listas de discussão, procure expressar-se claramente. Explique o problema com o máximo de informação que puder. Tente manter-se no contexto da discussão. Os fóruns são separados por tópicos, procure postar no tópico que mais convier à sua pergunta. Evite sempre mensagens do estilo "Me ajudem por favor!", "Ajuda aqui!", "Vou jogar essa coisa fora" ou frases similares.
  • Em fóruns e listas de discussão, deixe o papel de moderador para o próprio moderador. Evite repreender as pessoas por conduta indevida se você não é o moderador do fórum, isto só irá gerar mais dicussões e desentendimentos desnecessários (também conhecidos como flame ou flaming).
  • Caso escreva um texto muito longo, deixe uma linha em branco em algumas partes do texto, paragrafando-o. Dessa maneira, o texto ficará mais organizado e fácil de ler.
  • Dependendo do destinatário de seu texto, evitar o uso de acrônimos e do internetês, ou, pelo menos, reduzir a utilização deles. Preste atenção no que você escreve, é possível que, em alguns dias, nem você mesmo saiba o que havia escrito.
  • Ninguém é obrigado a usar a norma culta, mas use um mínimo de pontuação. Ler um texto sem pontuação, principalmente quando ele é grande, gera desconforto, e, além disso, as chances dele ser mal interpretado são muitas.
  • Quando você estiver perguntando, provavelmente é porque precisa de ajuda em algo, então aja como tal. Evite ser arrogante ou inconveniente.
  • Não copie textos de sites ou qualquer outra fonte que possua conteúdo protegido por registro e que não permita cópias e sempre, mesmo com autorização de cópia, cite as fontes quando utilizá-las.
  • Antes de fazer uma pergunta pense na possibilidade de que sua dúvida já tenha sido solucionada por alguém, procure em fóruns e até mesmo em sites de busca como o google, caso não encontre, poste suas mensagens que sempre haverá algum usuário na internet para te ajudar. Mas não espere que a resposta seja imediata, as pessoas estão dispostas a ajudar, mas elas tem responsabilidades e tarefas a cumprir no dia a dia, ficando o acesso aos fóruns e comunidades, em segundo plano. Seja paciente.
  • Se você estiver do outro lado, ou seja, respondendo as dúvidas dos usuários, seja humilde e só responda às dúvidas se realmente estiver afim de ajudar. Respostas como "www.google.com.br", "procura na net" ou "larga de ser preguiçoso" não ajudam em nada. Procure responder acrescentando algo útil, que possa enriquecer o conhecimento coletivo.
  • Evite comentários públicos que afetem a cor da pele, orientação sexual e religião dos demais, demonstrando preconceito e racismo.
[editar] Emails
  • Ao encaminhar um e-mail que recebeu, por exemplo, os típicos e-mails humorísticos que percorrem grupos sociais diversos através de divulgação por listas de contatos gigantes, remova os e-mails presentes, das outras pessoas. Procure escrever os seus destinatários no campo "BCC" ou "CCO" em vez do campo "Para". Este campo esconde os endereços dos destinatários. Todos irão receber, mas ninguém além de você saberá quem mais recebeu a sua mensagem. Ao não fazer o recomendado acima, você está contribuindo para o spam com e-mails dos seus próprios conhecidos. Os endereços de e-mail acumulados serão "pescados" quer por parte dos destinatários quer por empresas especificas existentes na Net cuja função é acumular contatos de e-mail para envio de propaganda não solicitada, hoax, lendas urbanas ou phishing.
  • Antes de encaminhar um e-mail para alguém, procure certificar-se que o destinatário tem interesse em receber aquele tipo de mensagem. Nem todos os seus conhecidos desejam receber e-mails com piadas, correntes, material pornográfico, comentários sobre futebol, política ou religião, dentre outros.
  • Antes de responder um email que pertence a um grupo de emails (principalmente grupos comerciais), verifique se seu email é necessário. Emails com respostas descessárias podem ser incomodos ou fúteis, pois como pertence a um grupo, todas as pessoas deste grupo receberão o email. Responda (ao grupo) caso haja necessidade, como complementação ou duvidas, ou caso o remetente pedir um feedback.
  • Ao encaminhar um email, verifique se o remetente já o recebeu anteriormente. Não encaminhe o email que você recebeu para uma pessoa que já estava no grupo.
  • Sempre que receber um e-mail de alguém conhecido, confirme o recebimento do mesmo ou responda o mais breve possível. Não responder e nem confirmar, é comparável a você deixar a pessoa falando sozinha (na vida real). Lembre-se sempre de atrás de todo computador tem um ser humano.

                                                                Fonte bibliográfica: http://pt.wikipedia.org/wiki/Netiqueta

sábado, 30 de outubro de 2010

PROFESSORA DE LÍNGUA PORTUGUESA ACOMPANHA SUA TURMA NA PESQUISA NA INTERNET.

 A Escola Municipal Cipriano Lopes Galvão, está desenvolvendo o Projeto Seridó em Alerta, que tem como tem  como tema "O lixo", a professora Maria José de acordo com o tema em estudo passou uma atividade de pesquisa para seus alunos fazerem na internet, onde foram orientados como e a forma de pesquisar na net.Apreofessora acompanhou seus alunos até a sala de pesquisa e só ficou monitorando de longe, pois nesta sala já tem uma monitora, exclusiva para eles.
 A pesquisa saiu uma maravilha, pois pesquisaram: tipos de lixos, classificação, doenças causadas pelo lixo, reciclagem, etc.Os alunos aprenderam como pesquisar, pois só deveriam anotar o que era mais importante em cada assunto.

25/10/2010.

ALUNOS DO CIPRIANO USANDO O COMPUTADOR PARA PESQUISA NA PRÓPRIA ESCOLA.

Com esse curso motivou-me levar os alunos da Escola Municipal Cipriano Lopes Galvão a sala de computação do colégio para fazerem pesquisas.
Os alunos adoram ter uma aula diferente, principalmente no computador, pois temos uma professora que faz este trabalho junto aos professores, só é mandar dizer o assunto e ela acompanha os alunos nas pesquisas. É interessante, perceber o interesse de alguns alunos a aprenderem a lidar com essa máquina, pois, quando vão pesquisar sempre fica no computador o aluno que já tem conhecimento em lidar com o computador e os que ainda não o tem, vai anotando a pesquisa no caderno, junto com seu colega que está navegando.

25/10/2010.

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

CURSO PROINFO - CURSISTAS CRIANDO BLOG- 20/10/2010

Esta aula foi muito importante para todos os cursistas, pois a maioria ainda não tinham criado um blog e ficaram muito felizes com essa aula,  e logo após postaram seus primeiros comentários, nesse correio eletrônico.

Maria José